quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Nomad (Tribal Tech)
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Canções para crianças de 6 a 60! (Trio Irakitan)
O título do álbum não é muito preciso. Afinal, ainda não cheguei aos 60, mas acho que tenho esse disco desde que nasci e, pelo menos desde os 3 anos de idade, adoro esse trabalho...O grupo juntou canções e parlendas clássicas do repertório infantil internacional com algumas outras pouco conhecidas, criou arranjos bolero-jazzísticos e os empacotou tudo em arranjos instrumentais bastante interessantes e criativos.Gosto muito de todas as canções mas vou destacar aqui 2: "O Marinheiro" e o arranjo levemente sombrio da clássica "Escravos de Jó".Em tempos das canções techno-mega-pop da apresentadora Xuxa, é bom contar com discos da época em que havia músicos, e não computadores gravando os álbuns...
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
domingo, 13 de janeiro de 2008
sábado, 12 de janeiro de 2008
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
domingo, 6 de janeiro de 2008
sábado, 5 de janeiro de 2008
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
domingo, 30 de dezembro de 2007
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Vespertine (Björk)
Conhecia meio à distância o trabalho da cantora islandesa e admirava sua ousadia e criatividade mas, até então, não tinha ouvido muita coisa dela. Também não consigo lembrar como cheguei a este álbum. Talvez alguém tenha me emprestado ou tenha assistido a algum videoclip na tv, sei lá. Só sei que foi amor à primeira audição. Ainda não entendo como isso aconteceu, acho que, por ser tão homogêneo em sua sonoridade repleta de harpas, caixinhas de música e coros etéreos, ele até deveria me desagradar, mas o fato é que este álbum me tornou, definitivamente, um fã de Björk.
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